Desenvolvimento Ágil necessita de contrato de escopo variável.
Premissa: somos péssimos em prever o futuro.
Portanto nem tente!
A vida seria mais fácil se os clientes não mudassem de idéia MAS isso acontece o tempo todo.
Apenas entregue rápido, em pequenos pacotes e com qualidade.
Entender o problema, buscar informação suficiente e no final tomar a decisão.
Não prevê o projeto todo. Gerencia em curto prazo (por “Sprint”).

Qualidade, a melhor possível.
Contrato de escopo fixo: o cliente quer se “livrar” da responsabilidade.
Contrato de escopo variável: compartilhar a responsabilidade entre o cliente e fornecedor, confiança entre o cliente e o fornecedor, trabalhar junto com o cliente para descobrir o que é necessário para o software, qualquer lado pode romper o contrato, priorização por “Sprint”, focar no que realmente é necessário e aprender sobre o software à medida que é utilizado.
“Respeite a rede de parceiros e fornecedores, desafiando-os e ajudando-os a melhorar.
No ambiente ágil, as equipes são Auto Gerenciadas e
“Cross Functions”.
Liderança Servil ( “Servant Leadership”): não é “top down”, enfatiza a colaboração, empatia, confiança e ética no uso do poder. O individuo tem que servir a equipe e não a um chefe. Equipe servindo o cliente. Não existe a figura do chefe “chicote”.
Melhor tipo de chefe é descrito no livro ( O Gerente Minuto – Kenneth Blanchard: estabeleça sempre os “objetivos-minuto” com seus subordinados, de forma objetiva e clara, procure flagrar seus subordinados (especialmente os que estão começando) fazendo coisas certas ou “quase-certas” e aplique o “elogio-minuto”, se o subordinado fizer algo errado ou que necessite intervenção, aplique a “repreensão-minuto” o quanto antes.
No ambiente ágil, o desperdício é evitado e as equipes são mais motivadas.
Fabrica Nummi (Califórnia): em 1982 a GM fechou a fábrica.
As pessoas faltavam demais, qualidade ruim, quantidade absurda de casos no sindicato.
Dois anos depois a fábrica foi reaberta, a Toyota gerenciou, reaproveitaram 85% dos empregos e a mesma direção no sindicato. A qualidade e produtividade aumentaram, a quantidade de faltas caiu. Depois de oito anos de operação os casos nos sindicatos era menores e os funcionários estavam satisfeitos.
As práticas gerenciais mudaram. A forma “Lean” de gerenciar. A GM não conseguiu replicar em outras fabricas por que tentaram replicar as práticas. É necessário entender os fundamentos/princípios e aplicá-los de acordo com o ambiente. Não existe receita.
Vale a pena escutar o vídeo completo:
“Agilidade, Qualidade e Futuro by Fabio Akita ”.